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03/02/2012 15:19:39 - Atualizado em 03/02/2012 15:19:39
Ministério Discípulo Amado - Encontro 33
Roteiro do 33º Encontro do Grupo Discípulo Amado

Roteiro do 33º Encontro:

Entramos no mês de agosto, tempo especial para refletirmos sobre nossa vocação. Fomos chamados à vida! Não escolhemos viver; foi um dom dado de presente. Será apenas fruto do acaso? Cremos, certamente, que não. Há um propósito de Deus para existirmos e, à medida que vamos amadurecendo, devemos procurar a razão de nossa vida, que pode ser resumida em AMAR. A vocação concreta que seguiremos será a resposta mais apropriada a estas perguntas: Onde sou chamado a amar concretamente? Onde o amor que está em mim poderá ser mais pleno?

A forma mais direta de exercermos este amor é em família. Por isso se diz que “a família é celeiro de vocações”, pois ali é a sementeira do amor, onde ele deve marcar a formação da personalidade de cada um de seus membros. Será que tem sido assim em nossas famílias? Nós passamos por crises, a família passa por crises. E elas são, fundamentalmente, uma crise no amor em sua expressão concreta. Luzes precisam ser lançadas sobre a vida de cada um de nós e de nossas famílias para nos ajudar a superar estas crises e reafirmar nossa prima vocação ao amor.

Não espere que isso se dê primeiro com o outro. Faça a sua parte. Busque. Ilumine-se. Abra-se à cura do amor. Convoque sua família para crescerem juntos. Tome pequenas medidas que tragam luz aos relacionamentos. Facilite o clima familiar para que Deus nela possa convocar seus membros para o exercício do amor em nossa sociedade. É assim que se compreende a vocação ao matrimônio, à vida religiosa, missionária e ao sacerdócio. Servo, Pe. Sérgio, C.Ss.R.

É POSSÍVEL RECOMEÇAR!

Pelo estudo que estamos realizando sobre o Evangelho segundo São Marcos 8, 22-26, percebemos o quanto um texto da Palavra pode ser aprofundado, lançando luz sobre nossa vida de discípulos. Volte a ler todo o texto. Hoje, dedicamos nossa meditação ao v. 25: “Em seguida, Jesus lhe impôs as mãos nos olhos e ele começou a ver e ficou curado, de modo que via distintamente de longe”.

Podemos, didaticamente, separar este versículo em três partes:

Em seguida, Jesus lhe impôs as mãos nos olhos... Ao reler o evangelho perceba todos os gestos que Jesus usou neste “ritual-caminho” de cura. Nós os fomos estudando ao decorrer destes encontros. A imposição de mãos, como já vimos, é um gesto de acolhida, de bênção paternal, de cura, de transmissão de poder. Podemos dizer que todos estes aspectos estão presentes no gesto de imposição de mãos sobre o cego. Ele acolhe a sua dificuldade de ver, o ritmo de seu processo de cura que é lento. Abençoa como pai àquele filho que ali está. Cura-o, não só fisicamente, mas emocionalmente. Transmite-lhe o poder de recomeçar sua vida de uma forma nova. Ao orar, impondo as mãos sobre alguém, perceba se você está munido deste mesmo espírito.

... e ele começou a ver e ficou curado... Havia se completado o processo de cura do homem. Já não era mais o “cego” e sim o “homem”. Atrás de muitos títulos e codinomes escondemos uma série de conceitos e preconceitos: é o cego, o surdo, o negro, o homossexual, o político, o padre, o militar... Os exemplos podem se alargar. Projetamos uma imagem que prende a pessoa, que não a deixa ser ela mesma. Jesus estava devolvendo àquele homem a condição de homem livre não só diante de sua auto-imagem, mas também diante da sociedade. Haverá sempre a necessidade de cura, mas uma etapa havia sido concluída. Ele podia recomeçar. Certamente, Jesus, desde o início, olhava aquele homem como ele era e não a partir de sua cegueira.

... de modo que via distintamente de longe.” O homem era visto como um cego, um pecador, mas também ele enxergava os outros “como árvores que andam”. O homem podia recomeçar além da imagem que dele faziam, mas também da imagem que ele fazia das pessoas. Ver distintamente de longe é a capacidade de enxergar além de si mesmo, acolher o outro como novidade e não como projeção da imagem que dele fazemos. Este processo se completará ao chegar à sua casa, como veremos no próximo encontro. Em casa, mesmo estando próximos fisicamente de nossos familiares, podemos estar carregados de imagens distorcidas do outro.

Conversem em Grupo:

        # Quais são os gestos usados por Jesus no processo de cura daquele homem cego? Releiam o Evangelho e conversem sobre eles.

        # De que forma a mensagem de hoje nos toca em nossa vida concreta?

Vamos falar com Deus: Orem uns pelos outros com imposição de mãos. Antes, percebam o significado deste gesto e ao fazer a imposição, tenham bem presente no coração o seu significado.

Note bem: Seminário de Vida no Espírito: início, 2ª. f., dia 07, ao meio-dia; Reunião de Libertação: 2ª. f., dia 14, ao meio-dia; Semana da Família: de 13 a 20 de agosto (confira a programação). Aguarde: Vigília de Libertação (uma noite inteira de oração por libertação!)

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Pe. Sérgio é sacerdote Redentorista. Atualmente pároco em Juíz de Fora na Igreja da Glória. Procura guiar o seu ministério levando as pessoas a experimentarem a...
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