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03/02/2012 15:26:15 - Atualizado em 03/02/2012 15:26:15
Ministério Discípulo Amado - Encontro 34
Roteiro do 34º Encontro do Grupo Discípulo Amado

Estamos em plena Semana Nacional da Família. Não há dúvidas que a família não só e de importância fundamental na constituição de nossa sociedade, como também é uma instituição divina. Diz a Encíclica do Papa João Paulo II sobre a família (nº 15) : “No matrimônio e na família constitui-se um complexo de relações interpessoais: vida conjugal, paternidade maternidade, filiação, fraternidade, mediante as quais cada pessoa humana é introduzida na «família humana» e na «família de Deus», que é a Igreja. O matrimônio e a família dos cristãos edificam a Igreja: na família, de fato, a pessoa humana não só é gerada e progressivamente introduzida, mediante a educação, na comunidade humana, mas mediante a regeneração do batismo e a educação na fé, é introduzida também na família de Deus, que é a Igreja. A família humana, desagregada pelo pecado, é reconstituída na sua unidade pela força redentora da morte e ressurreição de Cristo. O matrimônio cristão, partícipe da eficácia salvífica deste acontecimento, constitui o lugar natural onde se cumpre a inserção da pessoa humana na grande família da Igreja... A Igreja encontra assim na família, nascida do sacramento, o seu berço e o lugar onde pode atuar a própria inserção nas gerações humanas, e estas, reciprocamente, na Igreja.” Terminamos com este encontro a série a INTERCESSÃO E O PROCESSO DE CURA. No próximo encontro introduziremos o importante tema na vida do discípulo de Jesus sobre A AUTORIDADE ESPIRITUAL. Que estes encontros tenham ajudado a todos vocês a deixarem-se trabalhar profundamente pela Graça Divina no caminho de discipulado. Este é meu desejo e oração! Paz! Servo, Pe. Sérgio, C.Ss.R.

A FAMÍLIA:

ONDE O PROCESSO DE CURA SE COMPLETA

Leia novamente todo o texto de Mc. 8, 22-26. O versículo que conclui o nosso ensino é o de nº 26: “E mandou-o para casa dizendo-lhe: ‘Não entres nem mesmo na aldeia’”. para casa dizendo-lhe: ‘Não entres nem mesmo na aldeia’”.

No Encontro passado eu dizia que aquele homem estava em um processo de cura e que “este processo se completará ao chegar à sua casa. Em casa, mesmo estando próximos fisicamente de nossos familiares, podemos estar carregados de imagens distorcidas do outro”.

É justamente por isso que Jesus diz ao homem para que não entrasse na aldeia. A aldeia é o símbolo do lugar da cegueira do homem. Ali ele se sustentava como cego. Mas, mesmo ali, ele gozava de uma certa solidariedade, pois algumas pessoas o haviam apresentado a Jesus para que o curasse. Todavia, ele precisava ir à raiz, voltar às suas fontes primitivas. Teria a família rejeitado o homem? Teria ele mesmo se afastado deles? O homem curado agora iria para a casa para que suas feridas emocionais pudessem ser curadas e para ser também um instrumento de cura entre os seus. Certamente alguns deles eram também “cegos” pelo preconceito e rejeição e precisavam de luz para poderem enxergar de forma nova.

Provavelmente não só o homem enxergava as pessoas “como árvores que andam”, mas também seus familiares assim viam-se entre si ou ao seu parente desta forma. Sua referência agora não seria mais a mágoa ou a rejeição, mas a graça que havia recebido. Ele também poderia tomá-los pela mão e ajudá-los a verdadeiramente enxergar.

E o homem não podia se distrair. Era necessário que fosse diretamente. Sabemos todos nós que este processo não é fácil de ser vivido. Basta examinar nosso quadro familiar e ver como certas imagens que fazemos do outro são custosamente superadas para dar à luz à verdade do outro. E a verdade de Jesus é sempre uma verdade amorosa, que não acusa nem expõe o outro, mas o acolhe para ajudá-lo a caminhar, a crescer.

Leia em sua Bíblia: Mateus 13, 53-57

Conversem em Grupo:

        # Qual a relação que vemos entre a reflexão que fizemos e o trecho do Evangelho de Mateus?

        # Em que sou chamado a modificar-me à luz das reflexões que fizemos?

Vamos falar com Deus: Orem espontaneamente e saia, cada um, com o compromisso de conversar com alguém em sua família. Talvez até mesmo a pedir ou oferecer o seu perdão.

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