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04/02/2012 12:06:24 - Atualizado em 04/02/2012 12:06:24
O Tempo Presente: Um Presente da Vida
Ansiedade diante da ameaça que o futuro desconhecido representa, ou nostalgia diante daquilo que foi vivido. Em várias ocasiões de nossas vidas, estamos com a consciência de nossa existência voltada para o passado ou para o futuro...

Ansiedade diante da ameaça que o futuro desconhecido representa, ou nostalgia diante daquilo que foi vivido. Em várias ocasiões de nossas vidas, estamos com a consciência de nossa existência voltada para o passado ou para o futuro e, desta forma, não vivenciamos com atenção, prazer e gratidão a oportunidade de viver o presente.

O presente é um tempo intermediário: é conseqüência direta daquilo que foi vivenciado e arquitetado no passado e é também o tempo do projeto, da construção do futuro, por isto, corremos o grande risco de perdê-lo, de deixar de percebê-lo corretamente. Dou um destaque especial para a grande influência que o passado exerce sobre o presente. Todo ser humano é produto de algo: do meio em que se desenvolveu e também produto de si mesmo, da sua própria forma de perceber o que já foi vivenciado. Sobre nós, então, está a grande responsabilidade de bem cuidar do hoje, para que o amanhã possa ser um tempo iluminado.

Bem, deixemos esta preocupação com o futuro de lado, estamos falando do presente! Cuidar do presente é essencial para que possamos perceber a grande beleza que a vida nos traz, a simples e fenomenal oportunidade de viver, de sentir prazer no hoje, fazendo aquilo de que se gosta, por exemplo. Alguns processos psicoterápicos deixam claros para nós a relação entre depressão e o fato de não permitir-se viver situações de prazer. Costumo indicar um exercício interessante para algumas pessoas que encontram-se sem muito gosto em viver. Peço para que façam uma relação das atividades que gostam de fazer. O segundo passo é perguntarem-se: tenho feito ou não essas coisas que me dão prazer? O terceiro é fazer uma relação das atividades de que não gostam de fazer e daí se perguntarem se tem ou não realizado tais atividades.

É incrível! Algumas pessoas passam, a partir deste exercício, a ter um excelente diagnóstico da forma como têm vivido o tempo presente. Muitos passam a entender que realmente existe relação entre ser feliz e realizar cotidianamente atividades prazerosas (prazer no trabalho, fazendo aquilo que se gosta; nos relacionamentos, estando perto de pessoas queridas, por exemplo). Alguns percebem que não se permitem estar bem, procurando e criando motivos para estarem sempre insatisfeitos. É importante, contudo, que a partir deste diagnóstico haja uma tomada de atitude que, em muitas situações, envolverá uma mudança de vida.

É preciso também que abandonemos a fantasia da completa felicidade. Viver o presente é também administrar a constante alternância em nossas vidas de prazer e desprazer.

Faça o exercício proposto e, se houver a constante realização de atividades desprazerosas com uma mínima realização de atividades causadoras de prazer, comece a pensar em mudar a sua vida ainda hoje.

No próximo texto falaremos sobre o tempo futuro. Espero você!!!

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Samir José
 
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