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Palavra do Pároco
12/05/2015 11:05:37 - Atualizado em 12/05/2015 11:05:37
Mãe da esperança, rogai por nós!
Onde encontro Maria? É a jovem donzela em sua casa, com sua família. Recolhida nos arredores de Nazaré em atenta escuta diante de seu Deus.

 

Onde encontro Maria?

É a jovem donzela em sua casa, com sua família.

Recolhida nos arredores de Nazaré em atenta escuta diante de seu Deus.

Prestimosa, servindo seus pais ou algum necessitado.

Na espera serena de seu querido José.

 

Aliás, espera serena – que se chama esperança – é o que caracterizava Maria. Isso, porque existe um outro tipo de espera que não é serena nem esperança: é ansiedade, que atropela, que se precipita e que pode até adoecer. Este não era o tipo de espera que caracterizava Maria.

E Maria esperou seu José e, quando grávida ficou, esperou que ele compreendesse. Esperou os nove meses para o nascimento de seu filho, mas não numa espera preguiçosa e desatenta. Enquanto esperava, colocou-se a caminho da casa de sua prima Isabel. Adiantou-se para colocar-se a serviço.

Esperava, certamente, um lugar especial para que Jesus nascesse. Mas quando por berço teve apenas um cocho, não caiu em desespero.  Ouviu anjos cantando a glória de Deus, pastores humildes visitando seu menino e até mesmo a chegada inusitada de reis provenientes de longínquas terras. E sabe como Maria tudo isso esperava? Meditando sobre todas as coisas em seu coração. Esperou em seu Deus quando fugiu para o Egito e quando de lá retornou para Nazaré. Esperou encontrar Jesus quando dela e de José se afastou ao retornar da peregrinação a Jerusalém.

Mas sabe de uma coisa? Houve um momento em que Maria encurtou a espera. Foi numa festa de casamento em Caná da Galileia. De alguma forma, Maria apressou a hora da manifestação de Jesus. E assim o tempo foi passando – com muita felicidade e umas tantas dores também – até que Maria teve de sofrer a mais dura espera: a ressurreição de seu filho. Peito dilacerado pela dor, mas, mesmo assim, de pé junto à cruz, enquanto seu filho morria. Mais uma vez o desespero não teve lugar no coração desta mulher-mãe. E sua espera não foi frustrada. Ele ressuscitou!

Com os discípulos, Maria esperou a vinda do Espírito Santo. Também esta promessa se cumpriu no dia de Pentecostes. E Maria continuou a esperar até o momento que seu menino-homem-Deus viesse buscá-la para com Ele definitivamente morar. Esse dia chegou e chegará para cada um de nós!

 

Em Maria, presto minha homenagem a você, MÃE,

que sabe esperar contra toda esperança.

Obrigado por sempre esperar o melhor para cada um de seus filhos!

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Pe. Sérgio é sacerdote Redentorista. Atualmente pároco em Juíz de Fora na Igreja da Glória. Procura guiar o seu ministério levando as pessoas a experimentarem a...
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