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Palavra do Pároco
16/08/2015 17:15:28 - Atualizado em 16/08/2015 17:18:23
Palavra do Pároco - Agosto 2015
Desde o século VI, o Oriente começou a celebrar a festa da Dormição de Nossa Senhora: um modo de expressar que foi uma passagem mais parecida ao sonho que à morte,

“Desde o século VI, o Oriente começou a celebrar a festa da Dormição de Nossa Senhora: um modo de expressar que foi uma passagem mais parecida ao sonho que à morte. Deixou esta terra – como dizem alguns santos – transportada pelo amor.

Os escritos dos Padres e autores sagrados, principalmente a partir dos séculos IV e V, oferecem detalhes sobre a Dormição e Assunção de Nossa Senhora baseados em alguns relatos do século II. De acordo com estas tradições, quando Maria estava prestes a abandonar este mundo, todos os Apóstolos – exceto São Tiago maior, que já tinha sido martirizado, e Tomé, que estava na Índia – se reuniram em Jerusalém para acompanhá-la nos seus últimos momentos. E numa tarde branca e serena fecharam os seus olhos e depositaram o seu corpo num sepulcro. Poucos dias depois, quando São Tomé, que chegou atrasado, insistiu em ver o corpo da Virgem Maria, encontraram a sepultura vazia, enquanto ouviam cânticos celestiais.” (Do site www.opusdei.org.br)

Tomo a liberdade de fazer uma leitura sobre a imagem apresentada na capa de nosso Informativo, cuja autoria não conseguimos identificar.

Ela conjuga de uma forma sugestiva a Dormição e a Assunção de Nossa Senhora aos céus. Os traços de Maria apresentam-se como os de uma mulher amadurecida. Percebe-se claramente que ela é assunta, ou seja, é levada, elevada ao céu.

Abaixo de seu corpo, estão os raios do sol (Maria é a “mulher vestida de sol”, como descreve o livro do Apocalipse 12) e junto a Ela a lua (que recebe a luz do sol).

Os olhos de Maria estão fechados, como alguém que dorme. Seus olhos se fecharam na terra, para se abrirem perpetuamente no céu. Os braços entrecruzados no peito indicam a centralidade de seu ser e a intimidade que brota da oração, comunhão. E tudo se dá no coração.

Há, ainda, um estado que sugere transição. Não o d'Ela, mas o nosso. É na fé que caminhamos e na fé que teremos nosso corpo ressuscitado em Jesus. Ainda não vislumbramos com clareza a glória celestial, mas ela já nos espera.

Que Nossa Senhora da Glória interceda por nós, enquanto caminhamos rumo à nossa Casa definitiva e, com Ela, participemos da eternidade feliz junto de Deus.

Saúde e Paz!

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