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Entrevista
25/08/2015 08:24:59 - Atualizado em 25/08/2015 08:24:59
Há 25 anos, anunciando a Copiosa Redenção no Poder do Espírito
Venha celebrar o Jubileu de Prata de Ordenação Presbiteral de nosso Pároco, Pe. Sérgio

Há 25 anos, anunciando a Copiosa Redenção no Poder do Espírito

Venha celebrar o Jubileu de Prata de Ordenação Presbiteral de nosso Pároco, Pe. Sérgio

No dia 8 de setembro de 1990, na Igreja da Imaculada Conceição, em Benfica, um diácono recebia o Sacramento da Ordem das mãos de Dom Lélis Lara. Com o lema “Anunciar a Copiosa Redenção no Poder do Espírito”, o então neosacerdote, Padre Sérgio Luiz e Silva, CSsR, iniciava sua caminhada pelas estradas da vida missionária redentorista. Primeiro às margens do “Velho Chico”, em pequenas cidades da Diocese de Montes Claros, entre os anos de 1991 e 1994. Depois, para a Igreja de Santo Afonso, no Rio de Janeiro, e Igreja São José, em Belo Horizonte, chegando na Igreja da Glória, em 2011.


Passados 25 anos, Padre Sérgio continua levando Cristo Redentor por onde passa, seja por meio de suas orações, seus programas de rádio, seus livros, seus textos inspiradores, seus avivamentos, suas vigílias. Por onde quer que vá, nunca lhe faltam o Espírito Santo e os Anjos.


Em entrevista ao Novo Tempo, ele fala das alegrias e dos desafios que enfrentou e da confiança que deposita na Providência Divina.

Novo Tempo - O senhor sempre pensou em ser padre?

Padre Sérgio - A minha vocação, de fato, despertou quando tinha uns 15 anos. Os meus primeiros desejos eram ser caminhoneiro, porque eu vivi em parte perto de uma linha de trem e de um posto de gasolina, onde circulavam muitos caminhoneiros. Sempre pensei na questão do ir, de conhecer novos lugares. A mesma motivação que me fez pensar também em ser marinheiro, apaixonado pelas águas. Morava perto de um rio. Este mesmo espírito aventureiro me levou um pouco a fazer esta escolha de ser missionário, que também tem esta marca de ir pelo mundo. Mas a questão da espiritualidade sempre me despertou. Aos 11 anos, eu mesmo elaborava os meus ritos de oração. Chegava a pegar o barbante e colocava perfume. Quando secava, eu acendia e virava o meu incenso. A veia da espiritualidade sempre esteve presente.


- Como foi o seu chamado?
- O chamado se deu por três influências: inspiração de São João Maria Vianney, o primeiro livro de histórias de santo que li; depois, a convivência com o Pároco de minha Paróquia de Benfica, Padre Francisco Magalhães, e posteriormente, para me tornar redentorista, conhecendo e sendo devoto de São Geraldo e por saber que Padre Vitor Coelho de Almeida, da Rádio Aparecida que eu ouvia, era também Redentorista como São Geraldo. Entrei na Comunidade Vocacional Santo Afonso aos 17 anos.

- Quais as alegrias e os desafios dos últimos 25 anos?
- As alegrias são inumeráveis, literalmente; não é uma questão de retórica: encontros transformadores, momentos de pura graça, realidades que foram se transformando pastoralmente, cenas vivenciadas, pessoas que conheci e que foram verdadeiros anjos no meu caminho e outras para quem eu também fui um instrumento de vida. Isso sem falar das vigílias, celebrações, caminhadas. Também conto como alegrias, não percebidas no momento, algumas noites de solidão, momentos de questionamento e até incompreensões e alguma perseguição. Em tudo isso, eu diria que as pessoas especiais que encontrei no decorrer desses 25 anos são minha maior alegria.
Os desafios... Eu creio que o maior desafio é vencer a mim mesmo. Algumas resistências que eu digo que têm uma tônica espiritual, a convivência em comunidade, que é uma dádiva, mas também um desafio.


- Pelas paróquias onde passou, o senhor sempre deixou sua marca. Como vê o seu trabalho na Paróquia da Glória?
- Sempre procurei trabalhar, nos lugares por onde andei, mesmo sendo uma estrutura paroquial, numa dinâmica de santuário e assim na Paróquia da Glória. Ou seja, que a nossa Paróquia seja um lugar de encontro com Deus, de conversão, de cura, de serviço, de evangelização, onde as pessoas se alegrem em estar e se sintam enviadas a fazer a diferença nos ambientes onde convivem. Tenho ainda absoluta convicção de que esta não é uma obra só minha, e que tem sido indispensável a presença, tanto da Comunidade Redentorista, como de leigos que se comprometem com este jeito de ser Igreja aberta, acolhedora, misericordiosa e que busca uma excelência no estar em aliança com Deus e no trato das suas coisas.


- Como a comunicação entrou na vida do senhor?
- Sempre gostei de ler e escrever. Com 11 anos, eu escrevi uma história de aventura: “As sete viagens de Ricardo”. Sempre gostei de rádio e foi a minha sede de levar o nome de Jesus às pessoas, que me levou aos meios de comunicação. E as portas se abriram em 1995, através da Rádio Carioca do Rio de Janeiro. A partir daí, não saí mais da Rádio. Tive um programa na Rádio Catedral, também no Rio e, depois, na Rádio América e Gospa Mira, de Belo Horizonte. Nos últimos anos, na Rádio Catedral de Juiz de Fora e, agora, com o programa retransmitido pela Rádio Educadora de Coronel Fabriciano (MG).


- E a relação com o Espírito Santo e os Anjos?
- A minha espiritualidade desenvolveu-se por meio de dois pilares: a Palavra de Deus e a Eucaristia. E foi a Bíblia, especialmente através do Livro dos Atos dos Apóstolos, que me levou a descobrir o Espírito Santo e a ansiar a experiência do chamado “Batismo do Espírito Santo”. E esta esperiência que marcou definitivamente o meu relacionamento com Deus e meu Ministério tem até uma data pontual: dia 7 de fevereiro de 1983, uma segunda-feira, no altar da Catedral de Juiz de Fora.
Os anjos foram chegando aos poucos. Sempre rezei ao Anjo da Guarda e já como padre eu comecei a ganhar pequenas imagens de anjos. Passei a ler sobre eles e a receber os sinais da intercessão e da presença deles junto a mim.


- O barco já está em alto mar... O que pensar para os próximos 25 anos?
- Eu, na verdade, não gosto muito de pensar no futuro. O que sei é que a Providência Divina vai continuar a me guiar na minha vida pessoal, no meu ministério, e a trazer os recursos necessários para que eu administre, razoavelmente bem, o que tenho recebido. Portanto, é uma perspectiva de confiança.

 

- Neste mês vocacional, que mensagem o senhor deixaria para nossos jovens?
- Eu sei que Deus continua a chamar a muitos para os diversos ministérios na sua Igreja e um dos mais fundamentais é o da vocação à vida sacerdotal e religiosa. E creio que muitos acabam não correspondendo e não seguindo em frente por falta de generosidade. Não é que falte o chamado. Por isso, eu digo: meu amigo, minha amiga jovem, seja generoso com Aquele que é total generosidade na sua vida. Disto dependerá a sua real felicidade e a felicidade de muitas pessoas.

Você é convidado para celebrar os 25 anos de Ordenação Presbiteral do Padre Sérgio:

Em Juiz de Fora:
- Dia 06/09, 19h - Igreja Nossa Senhora da Conceição (Benfica)
- Dia 08/09, 19h  - Igreja da Glória  (Morro da Glória),  com a presença do Arcebispo de JF,  Dom Gil Antônio Moreira.


Em Belo Horizonte:
- Dia 13/09, 11h30 - Igreja São José  (Centro)

 
No Rio de Janeiro:
- Dia 19/09, 18h - Igreja de Santo Afonso (Tijuca)

Hino Jubilar

Festejemos com grande alegria
25 anos de feliz trajetória
Decantemos na data que passa
Do querido pastor esta glória

Coro
Esta festa sublime e pomposa
Transbordante de amor e de luz
Em que as almas se curvam piedosas
Para dar maior glória a Jesus

Nossas preces a Deus que o conserve
Alongando seus anos de vida
Que os santos seu posto reserve
Nos fulgores da Pátria querida

Lá dos céus entre os anjos em bando
Tu que és Mãe e Rainha tão boa
Abençoa ao pastor venerando
Da Glória, a Paróquia abençoa


Entreguemos a Maria esta graça
De alcançarmos feliz este dia
O vigésimo quinto aniversário
Pe. Sérgio aos pés de Maria

 

Homenagem de Imaculada Albino
Apostolado da Oração da Paróquia da Glória

 

Para saber mais sobre a vida e o testemunho do Pe. Sérgio, clique aqui.

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Pe. Sérgio é sacerdote Redentorista. Atualmente pároco em Juíz de Fora na Igreja da Glória. Procura guiar o seu ministério levando as pessoas a experimentarem a...
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