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Palavra do Pároco
05/08/2018 15:26:37 - Atualizado em 05/08/2018 15:26:37
Dispostos e disponíveis
Uma Comunidade de fé só se faz com pessoas assim. São servos e servas, pedras vivas no edifício espiritual (1Pd 2, 5), que é a Igreja.

Neste número do nosso Novo Tempo, falo da “estrela” como locomotiva que nos leva à frente. Creio que esta locomotiva tem nos levado longe, como Paróquia. Com quantas coisas boas fechamos o primeiro semestre! Quantas realizações, quantas pessoas servindo, quantos projetos em andamento, quanta generosidade por parte de muitos, de tantos. E vamos seguindo em frente com determinação, mas também humildade. Tudo é fruto da graça, mas, operando sempre, com a disposição interior de cada um.

Aliás, como é necessário conjugar estas duas palavrinhas parecidas e que, diria eu, gêmeas: disposição e disponibilidade. Existem pessoas disponíveis, mas que não estão dispostas interiormente. Por outro lado, há aqueles que não têm muita disponibilidade de tempo, mas, porque estão dispostos, sempre se colocam disponíveis para ajudar, para servir. Disposição é atitude interior, disponibilidade é organização; disposição é energia, disponibilidade é ação; disposição é docilidade, disponibilidade é efetividade; disposição é espírito, disponibilidade é exercício.

Pessoas bem dispostas tornam-se servos e servas. O “Eis-me aqui” rezado e cantado não é apenas letra, é atitude. Quando dizem a Deus: “usa-me”, Deus sabe que terá um canal a sua disposição. Sabe aquela pessoa que você pode contar com ela? Por estar disposta, ela faz tudo para estar disponível.

Uma Comunidade de fé só se faz com pessoas assim. São servos e servas, pedras vivas no edifício espiritual (1Pd 2, 5), que é a Igreja. Alguém me chamou atenção que eu não deveria usar o termo “servo” e sim “agente de pastoral”, pois servo dá uma ideia de subserviência, de submissão. Ao que respondi: Nossa Senhora não disse “eis aqui a agente de pastoral do Senhor”, mas, sim, “eis aqui a serva (a escrava) do Senhor”. Se Maria se chama de serva, que maravilhosa graça é nos colocarmos como servos e servas do Senhor. Com isso, não estou dizendo que não se possa nem deva usar o termo “agente de pastoral”, mas todo agente de pastoral precisa ser, verdadeiramente, um servo do Senhor disposto e disponível ao que Ele pede.

Estão chegando as Festas de nossos Padroeiros. Você está disposto a nos ajudar? Pode se colocar disponível no que for possível?

Saúde e Paz!

Pe. Sérgio Luiz e Silva, C.Ss.R.

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