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Um pouco sobre mim...

inícios

Sérgio Luiz e Silva, esse é o nome que recebi de meus pais: José de Sousa e Silva e Gilda da Conceição e Silva. Minha cidade natal fica na Zona da Mata mineira, Juiz de Fora. Era uma tarde de inverno, para ser mais exato 13h10, do dia 18 de julho de 1964. Já havia acontecido a revolução militar e nasci sobre a égide da ditadura.

Minha família é tradicionalmente católica. Nos princípios de fé, fui educado desde a tenra infância. Lembro-me bem de minha catequese, do dia de minha primeira comunhão. Estava então com 8 anos. Nessa ocasião, 1972, aconteceu uma missão pregada em nossa arquidiocese pregada pelos padres capuchinhos. Fiquei simplesmente encantado. Lembro-me até hoje da impressão que tive. Era algo tão grandioso, que fiquei impressionado. As sensações daquela época estão vívidas em minha memória.

A criança foi se tornando adolescente. Em casa rezávamos o terço. Andava para cá e para lá com meu pai realizando círculos bíblicos em casas do bairro. Às vezes andávamos bastante para alcançarmos nosso destino. Mas valia a pena. A imagem de Maria, a Imaculada Conceição ia à frente. Uma de minhas maiores alegrias era receber a imagem em nossa casa.

Com meus 12 anos entrei para um Grupo de Adolescentes da Paróquia. Aos 15 passei para o Grupo Jovem MAP (Movimento de Amor ao Próximo). Tempos bons e saudosos.

Foi com a Bíblia que minha vida espiritual ganhou força. Ganhei minha primeira Bíblia aos 13 anos. Aos poucos a Palavra de Deus foi caindo em meu coração. Ele me levou a conhecer a literatura carismática com meus 15 anos. Devorava tudo que via à frente nessa linha.

o chamado

Aos 16 anos senti-me chamado ao sacerdócio. Encantaram-me os redentoristas, que conhecia principalmente pela Rádio Aparecida e pelo próprio Santuário Nacional de Aparecida. Pensei em me tornar um redentorista. Quando descobri que São Geraldo era redentorista, tive plena convicção que aquele era meu caminho. A partir daí, tudo se encaminhou.

Entrei para o Seminário em 1982. Cursei o 3.º ano do segundo médio já no seminário. Nesse ínterim, fui pela primeira vez a um Grupo de Oração da Renovação Carismática Católica, na Catedral de Juiz de Fora. Quando lá cheguei eu sabia: havia encontrado minha casa espiritual. Muitos anos se passaram, desde então, e continuo a beber nas águas do avivamento do Espírito.

Fiz o Vestibular para o Curso de Filosofia na Universidade Federal de Juiz de Fora. Lá cursei os 3 anos do curso. Em 1986, dirigi-me para Tietê-SP, onde fiz o ano de Noviciado. Foi um ano abençoado. De fevereiro de 1987 a junho de 1990, cursei Teologia no Instituto Santo Inácio, dos padres jesuítas, em Belo Horizonte.

 

 

o sacerdócio

Na tarde do dia 08 de setembro de 1990, um sábado chuvoso, Dom Lélis Lara, C.SS.R. impôs as mãos sobre mim, ordenando-me sacerdote da Igreja Católica. Para quem me conhece um pouco, sabe o significado da água para mim e como ela está presente em minha vida em momentos diversos.

Passei alguns meses na Igreja São José em Belo Horizonte, quando fui nomeado para um trabalho missionário na Diocese de Montes Claros-MG. Por lá fiquei, nas cidades de Jequitaí, Ibiaí, Lagoa dos Patos e Claro dos Poções, de agosto de 1991 a março de 1994.

No dia 13 de março de 1994 eu chegava no Rio Janeiro, Paróquia de Santo Afonso. Por lá trabalhei como vigário paroquial até o dia 02 de agosto de 1998 , quando fui empossado como pároco.

Depois de 9 anos de muitas bênçãos, aprouve a Deus mandar-me para outro campo missionário. Foi assim que, no dia 09 de janeiro de 2003 cheguei a Belo Horizonte, Igreja de São José. No dia 15 de fevereiro desse mesmo ano Dom Serafim Fernandes de Araújo, deu-me a posse como pároco dessa parcela do povo de Deus na Arquidiocese da Capital Mineira.

pequeno vaso de barro

 

Um dia, as autoridades religiosas de Jerusalém prenderam Pedro e João porque anunciavam o nome de Jesus (cf. At 4, 1-22). Cheios de coragem eles testemunharam diante de todos, proclamando sua fé. "Não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido" (At 4,20).

Quando vejo o que Deus tem realizado em mim, através de mim e na vida de muitas pessoas que conheço, sou impelido a dar, também eu, meu testemunho sobre o poder de Deus e a maravilhosa obra que Deus tem realizado em nossos dias através da Renovação Carismática Católica.

1978. Eu tinha, então, 14 anos quando ganhei minha primeira Bíblia. É verdade que na casa de meus pais havia uma Bíblia, mas eu fui motivado a pedir aos meus pais que me dessem uma, porque achei a Bíblia que minha professora de religião tinha muito bonita.

Assim foi que aos poucos me interessei pelas Sagradas Escrituras. Costumo dizer que facilmente eu a trocava por revistinhas em quadrinhos que eu lia com voracidade. Mas aquela palavra foi caindo em meu coração até que cheguei aos Atos dos Apóstolos. Nessa época eu já participava de um grupo jovem.

Impressionava-me profundamente a experiência de fé que os primeiros cristãos tinham; alegres, corajosos, destemidos, cheios de um amor transbordante e a vida plena no Espírito. Um versículo que me chama a atenção era: "Mal acabavam de rezar, tremeu o lugar onde estavam reunidos. E todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam cm intrepidez a Palavra de Deus" (At 4,31).

Eu olhava para a minha comunidade e percebia tanta frieza, comodismo, celebrações pouco vibrantes, cristãos tímidos e muito pouco parecidos com a igreja primitiva. Dizia para mim mesmo:

O que é que está faltando? Por que não vemos testemunhos de conversão, de curas? Por que falta aquela alegria que os primeiros cristãos tinham?

Foi quando, por acaso, descobri um livro que versava sobre cura e escrito por um padre. Nunca, até então, eu ouvira falar sobre curas em nossa igreja, a não ser aquelas realizadas por homens e mulheres que a igreja posteriormente declarou como santos. Tratava-se do livro do Pe. Robert De Grandis, O ministério de cura. Comprei o referido livro e devorei-o, saboreando cada página. Eu ansiava aquela experiência em nossa comunidade paroquial.

Foi meu primeiro contato com a Renovação Carismática. Por dois anos alimentei-me com a literatura produzida por escritores que comungavam com a espiritualidade carismática.

Enquanto isso, eu pedia insistentemente ao Senhor que me enchesse com seu Espírito, bem como com os carismas, conforme se lê em 1Cor 12. Nesse período não tive nenhum contato com grupos de oração, pois não sabia se havia a Renovação Carismática em minha cidade natal, Juiz de Fora, MG.

Nesse ínterim, senti-me chamado pelo Senhor a consagrar-me a Ele através da vida religiosa e do sacerdócio. Faltando uma semana para ingressar no seminário da Congregação Redentorista, fui participar de um encontro de jovens. A uma certa altura, uma moça foi falar sobre a Bíblia. Ela falava de forma tão tocante e profunda que pensei: - Essa moça deve ser da Renovação.

Muito tímido, chequei até ela e a inquiri se ela já teria ouvido falar sobre a Renovação. Ao que ela me respondeu: - Não só já ouvi falar, como eu participo de um grupo. Convidou-me, então, a participar do grupo que havia na Catedral Metropolitana de Santo Antônio.

Nove meses se passaram até que pude participar pela primeira vez de um grupo de oração. Considero esse período como minha "gestação" espiritual. Quando cheguei ao grupo, fiquei maravilhado com o que vi e ouvi: orações espontâneas, louvor, muita música, a palavra pregada com poder, testemunhos de curas, calor humano, um acolhimento simples e sincero, fé, um tremendo clima de fé cortando o ar e contagiando a todos. Senti dentro de mim uma certeza: ali era o meu lugar.

7 de fevereiro de 1983. Uma segunda-feira quente. Há quase três meses eu participava do grupo de oração. Por causa de um incidente, eu discutira com um colega de seminário e fiquei muito chateado. Havia decidido que naquela noite eu não iria à reunião, pois não me sentia bem. Creio que uma batalha espiritual aconteceu em minha mente. O inimigo com certeza não queria que eu fosse. Entretanto, uma força maior levou-me à catedral, embora estivesse me sentindo indisposto.

Sentei-me mais atrás. A reunião prosseguia até que chegou o momento dos testemunhos. Uma senhora deu o testemunho de uma cura de câncer que ela havia recebido. Seu semblante irradiava uma luz que penetrou em meu coração ferido, fazendo que eu balbuciasse mais um pensamento do que uma oração: - Puxa, se eu tivesse uma fé do tamanho de uma unha daquela fé que essa senhora tem...

Deus escutou esse pensamento tornado prece! Preparando-nos para receber a Eucaristia, colocamo-nos todos a louvor a uma só voz. Meu coração começou a se encher de um amor tremendo por Jesus. A mágoa havia passado. Eu era inundado por ondas de amor que tomavam meu espírito, inebriavam meus sentidos e me transportavam à presença do Deus Vivo. Eu orava em alta voz e minhas palavras não mais conseguiam expressar o que havia dentro de mim. Foi quando parei de usar a língua vernácula, e sons ininteligíveis começaram a brotar de meus lábios. Senti-os como uma cascata que se precipita montanha abaixo, jorrando sem cessar. Aos poucos foi percebendo que o louvor da assembléia havia cessado, mas eu não conseguia parar. Fiquei ainda orando por algum tempo naquela linguagem que me era incompreensível.

Quando parei e sentei-me, sentia-me como que gozando uma doce embriaguez. Meu se estava em paz e comecei a experimentar Jesus como nunca o havia experimentado antes.

As sagradas Escrituras, que me pareciam ainda impenetráveis, agora fluíam dentro de mim como um rio caudaloso e límpido. Eu bebia cada palavra. Sabia que tudo aquilo que os primeiros cristãos viveram não era lago do passado, mas uma promessa para todos os tempos e pessoas que ousassem acreditar e buscar. Era real a palavra que diz: " A promessa é para vós, para os vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor, Nosso Deus" (AT 2, 39).

Minha vida espiritual transformou-se. Orar já não era uma obrigação, mas a celebração de um encontro, um encontro tremendamente desejado. Sentia que Deus me falava claramente através das Escrituras e também em meu coração. Corrigi-me, acarinhava-me, levantava-me. Era meu pai e meu amigo.

O tempo foi passando. Comecei a pregar em diversos grupos de oração e o Senhor usava-me para comunicar sua graça às pessoas através dos dons de profecia, ciência e cura. Via sua majestade se espalhar, tocando corações.

Isso tudo não tira a dimensão do deserto. É certo o ditado que diz: "a vida comunitária é a máxima disciplina!" Eu tinha minhas incoerências. Meu temperamento forte era causa de conflitos, sentia em minha carne as fragilidades de minha personalidade que ainda precisava ser melhor trabalhada, meus pecados causavam-me dor. "Eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita o bem; porque o querer o bem está em mim, mas não sou capaz de efetuá-lo. Não faço o bem que quereria, mas o mal que não quero" (Rm 7, 18s).

Cursando meu segundo ano de filosofia e tendo me envolvido com técnicas de poder da mente, fui abalado por uma série de dúvidas. Orar em línguas era uma forma de atingir o "estado alfa" de consciência; orar e mentalizar se equivaliam; eu podia mandar "energias" para pessoas necessitadas. Resultado: afastei-me do grupo de oração. Achava que aquela tinha sido uma "fase" de minha vida. Se tudo isso era doloroso, por outro lado me trazia uma aparente tranqüilidade, diante das pressões e brincadeiras que alguns de meus colegas de seminário me faziam.

Comecei a ficar triste. Quando passava próximo à capela, sentia que deveria entrar, mas algo me afastava. Seis meses se passaram. Num certo dia, o chamado foi mais forte que a resistência. Entrei na capela e prostei-me diante do sacrário. Falei para o Senhor de minha tristeza, de meus pecados, de meu afastamento. Pedi o seu perdão, clamei por sua misericórdia. Ouvi, então, em meu interior: "Eu te recebo, meu filho. Renovo em ti o meu Amor". Novamente fui inundado de paz. Agora, mais serena e profunda. Minhas mãos queimavam. Senti-as grandes e impregnadas de sangue, o sangue de Jesus. "Concedo-te o dom de orar por seus irmãos para que sejam curados e cheios do meu Espírito", disse-me o Senhor. Foram mais de duas horas de oração. Saí daquela capela renovado.

Um pouco antes desta experiência, em meio àqueles sentimentos que me tomavam, participei de uma dinâmica de relacionamento humano que mexeu muito comigo.

Parecia que eu estava perdendo o rumo. Não sabia o que fazer. A dinâmica aconteceu em um sítio. Terminadas as reuniões do dia, sentei-me à beira da piscina num grande gramado. O dia declinava. Falei para Deus:

Senhor, não sei o que fazer! Sinto-me triste. Creio que acabou o meu tempo por aqui. Não sei o que fazer!

Minha mão foi como que levada ao gramado e ali eu encontrei um pequeno cálice de plástico, de apenas 1 cm de altura. Era praticamente da cor da grama. Um brinquedo de criança? Talvez! Mas, quando o trouxe à altura dos meus olhos, senti Deus me falando:

Vá em frente! Eu estou com você! Você vai chegar lá!

Passaram-se cinco anos desde então. Sempre pregando e participando de grupos de oração, fui ordenado em 1990. A promessa que o Senhor me havia feito cumpriu-se! Traga ainda hoje esse cálice comigo.

O Senhor tem abençoado o ministério a mim confiado. Sinto minhas mãos e meu ser por demais frágeis para sustentar tão grande mistério de amor manifestado nos sacramentos e no anúncio da palavra. "Se formos infiéis... Ele continua fiel e não pode desdizer-se" (2Tm 2, 13).

Por três anos desempenhei um serviço missionário por minha congregação no norte de Minas, diocese de Montes Claros. Eram três cidades pequenas localizadas numa grande área territorial. No meio daquela gente simples, em meio às agruras do sertão, fui vendo o amor de Deus se espalhar, tanto na matriz, como ns comunidades rurais. Éramos três missionários.

Os grupos de oração existente provaram um novo vigor. Muitas lideranças se renovaram; grandes vigílias noturnas congregavam centenas de pessoas que vinham de todas as partes.

O rio São Francisco, o "velho Chico", testemunhavam com suas águas fecundas o derramamento de um outro tipo de água: a água do Espírito. Generosa, ela foi irrigando os corações de boa vontade que se abriam à graça. Naquelas terras secas, provou-se um derramamento abundante do avivamento espiritual que o Senhor tem trazido à sua Igreja. "E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros, que estavam a caminho da salvação" (At 2, 47b).

Terminado esse período, transferi-me para o Rio de Janeiro. Lá, também, provei a exuberância da bondade de Deus. O Senhor confirmava meu ministério da palavra. Centenas de pessoas se reuniam para ouvir a ministração da palavra e, juntas, buscavam o Senhor em oração.

O fruto mais precioso é a transformação de vida que muitos provavam> eram espíritas se convertendo, católicos apenas de nome descobriram o Senhor Jesus, até mesmo alguns evangélicos, que antes eram católicos, voltavam ao seio da Igreja.

O lema que eu escolhi para minha ordenação continua me iluminando: Anunciar a copiosa redenção do poder do Espírito! O lema da Congregação Redentorista, à qual pertenço, é: "Junto dele é copiosa a redenção". Junto de Jesus é abundante a vida! Nosso fundador, o grande Santo Afonso de Ligório, gastou sua vida para levar essa mensagem aos mais abandonados. Hoje, ns cidades grandes, vivemos esse abandono das mais diversas formas.

É assim que procuro guiar meu ministério: levando as pessoas a experimentarem a vida abundante que Jesus tem para elas. Seja nas pregações, seja no segredo do locutório, atendendo a cada um, a verdade eterna se faz verdade em cada história partilhada.

Sinto queimar em meu coração um chamado que o Senhor me tem feito insistentemente:

Quero concluir contigo uma aliança! Quero que sejas um servo de acordo com meu coração.

Esse chamado tem se tornado minha orientação. A palavra precisa se difundir. Deus quer que todos vivam em íntima aliança de amor com Ele. Tendo em vista esse chamado, formei um ministério de evangelização através de fitas K7, e folhetos com mensagens bíblicas.

"Temos este tesouro em vaso de barro, para que transpareça claramente que este poder extraordinário provém de Deus e não de nós" (2Cor 4,7). Sim, é tão-somente graça. Sei que não há nada do que me orgulhar, "porque é Deus quem, segundo o seu beneplácito, realiza em mim o querer e o executar" (Fl 2,13). Minha oração, agora, é aquela que fiz e coloquei na lembrança de minha ordenação:

Senhor o que posso dizer-te neste dia?

Que me ofereço a Ti na minha pequenez, como um vaso de barro.

Que assim transpareça claramente que este tesouro provém de Ti somente, e que por minha vida muitos possam descobrir-Te.

Tu que moras no mais profundo de cada ser humano, por Jesus, no Espírito Santo Amém

onde estou

Sou Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Glória em Juiz de Fora, desde fevereiro de 2011. A Paróquia é composta de duas comunidades: Igreja da Glória e Igreja de São Roque. Comigo, atua a Comunidade Redentorista Local: Padres Ronaldo (Reitor da Comunidade Redentorista), Pe. Freitas, Pe. Braz, Pe. Fonseca, Pe. Jaime (já não atua pastoralmente, pela sua idade), Pe. Vicente (nosso Provincial), Pe. Lúcio (formador da Comunidade Vocacional São Clemente), Pe. Américo (Formador da Comunidade Vocacional Santo Afonso) e Ir. Aníbal (Formador da CV Santo Afonso).

Conheça um pouco mais sobre nossa comunidade clicando aqui.

Estou encarregado pelo Sr. Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira , pela Pastoral Universitária e, atualmente, na Comissão da Pré-Jornada Arquidiocesana em preparação para a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, em 2013.

 

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